| 000 | 02614nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 372146 | ||
| 090 | _a372146 | ||
| 100 | _a20050427u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aPortugal, o Atlântico e a Europa _ea identidade nacional, a (re)imaginação da nação e a construção europeia _fJosé Carlos Almeida |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aDesde 1974, com o seu regresso o casa e à Europa, depois do fim dum projecto nacional expansionista de cinco séculos, Portugal tem atravessado importantes mudanças estruturais que têm transformado a velha sociedade tradicional e fechada numa sociedade pós-colonial moderna e mais aberta. Este processo de reconstrução da nação tem sido acompanhado duma importante agenda de celebração da história nacional. Adoptando uma abordagem intermédia entre uma visão modernista e uma visão primordialista, argumenta-se que as nações, apesar de poderem desenvolver novas tendências, medos e mitos, abandonar velhos, mudar o seu equilíbrio interno, são formas de organização colectiva baseadas nalgum tipo de continuidade histórica e numa experiência histórica comum (Hutchinson, 1994; Jenkins, 1995; May, 2001; Parekh, 1995; Smith, 1991). Ora, muita da literatura sobre a integração europeia tem chamado a atenção para o facto de que a dificuldade da emergência duma identidade europeia assenta na permanência dos sentimentos nacionais e numa limitada oferta da União Europeia de repertórios comuns que inspirem o entusiasmo colectivo (Calhoun, 1997; Hansen & Waever, 2002; Pagden, 2002; Smith, 1996). Neste ensaio explora-se como estes dois processos de reimaginação da nação e de integração europeia acontecem em paralelo, podendo, por vezes, criar tensões e fazer apelos que os cidadãos nacionais podem perceber como sendo de sentido contrário. Por um lado o processo de reprodução da nação reafirma os sentimentos de lealdade para com a nação - definida, durante a maior parte do século XX, em oposição à industrialização, modernização e aos valores liberais e democráticos dos seus vizinhos europeus. Por outro, o aprofundar do projecto europeu implica a perda de soberania nacional num número crescente de aspectos da vida nacional. | ||
| 461 |
_cLisboa _dPrimavera 2004 _vN.107 _tNação e Defesa _x0870-757X _pp.147-172 |
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| 606 |
_aANÁLISE SOCIAL _93558 |
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| 606 |
_aSOBERANIA NACIONAL _9280948 |
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| 606 |
_aCOMUNIDADE EUROPEIA _9220383 |
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| 700 |
_aALMEIDA _bJosé Carlos _9269360 |
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