000 02205nam a2200265 4500
001 372126
090 _a372126
100 _a20050414u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aReconstructing life after death
_fSylvianne Spitzer
330 _aAté os investigadores criminais saberem exactamente quem, ou como era a vítima, torna-se impossível chegar a quaisquer conclusões sobre o contexto em que um determinado crime ocorreu, ou sobre as circunstâncias que levaram à morte de alguém. Quer a abordagem efectuada através da vitimologia, quer a efectuada através da designada autópsia psicológica, podem levar à elaboração de um retrato psicológico da vítima. Embora a primeira abordagem se aplique às vítimas sobreviventes e a segunda diga respeito às vítimas mortas, proceder à reconstituição das últimas horas que antecederam a sua morte, ou o crime de que foram alvo, torna-se fundamental para compreender as vítimas, determinar o seu relacionamento com o ambiente e outras circunstâncias, bem como entender como é que estas se tornaram alvo preferencial dos criminosos. Desenvolvendo este tema, o autor aborda questões que se prendem com: a elaboração do perfil da vítima; o estudo das características da vítima como pessoa escolhida pelo criminoso; a autópsia psicológica, ou seja, os precedentes necessários à reconstituição da vida de um indivíduo antes da morte, no sentido de apurar se se trata de um homicídio ou de um suicídio; a metodologia usada na realização da autópsia psicológica; a interpretação da autópsia em termos de motivação e de comportamento do autor do delito.
461 _cOttawa
_d2004
_vV. 66, n.4
_tGazette
_x1196-6513
_pp. 32-33
606 _aAUTÓPSIA
_9225053
606 _aHOMICÍDIO
_9240884
606 _aPERFIL PSICOLÓGICO
_9320881
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aVITIMOLOGIA
_9224824
606 _aSUICÍDIO
_9235500
700 _aSPITZER
_bSylvianne
_9348677