| 000 | 02101nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 372119 | ||
| 090 | _a372119 | ||
| 100 | _a20050408u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aMaltratantes de crianças _epunir, tratar ou controlar? _fRui Abrunhosa Gonçalves |
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| 311 | _a(*) | ||
| 330 | _aAbordando a problemática do maltrato de menores, o autor começa por identificar as duas vertentes dos maus tratos - o abuso físico e o abuso sexual. Sendo o abuso físico identificável pela própria natureza da agressão, o abuso sexual, embora associado quase sempre a uma componente física, pode envolver uma dimensão psicológica. Igualmente a negligência pode ser considerada um tipo de maltrato físico ou psicológico, consoante a vertente evidenciada; do mesmo modo a ausência de supervisão pode ser considerada um outro tipo de negligência. O autor procura ainda responder a perguntas que se prendem com os agressores de menores, no que respeita a saber quem são, como são e porque o são; relativamente à identificação do problema da violência, aponta algumas práticas de intervenção levadas a cabo no nosso país; defende ainda a necessidade de se desenvolver um modelo integrado de intervenção sobre os ofensores, que contemple os três vértices do ângulo da questão: a punição, o tratamento e o controlo. Como conclusão, constata que o crime sexual em Portugal está ainda pouco estudado, sendo as estatísticas criminais praticamente os únicos elementos existentes sobre esse fenómeno. O apoio à vítima tem manifestado alguns avanços, mas a intervenção junto dos agressores, particularmente os de cariz sexual, tem manifestado um maior atraso. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJaneiro-Março 2005 _vN.1 _tInfância e Juventude _x0870-6565 _pp. 83-90 |
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| 606 |
_aMAUS TRATOS CONTRA CRIANÇAS _9343418 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 700 |
_aGONÇALVES _bRui Abrunhosa _f1958- _9407508 |
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