| 000 | 01646nam a2200229 4500 | ||
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| 001 | 372071 | ||
| 090 | _a372071 | ||
| 100 | _a20050308u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aIdentificação humana pós-morte (revisão) _fHemerson Bertassoni Alves... [et al.] |
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| 330 | _aA história da identificação humana é muito antiga, tendo os processos utilizados para o fazer, vindo gradualmente a evoluir, graças à ciência que foi oferecendo meios e recursos propícios a uma estruturação científica da identificação. O presente artigo tem por objectivo situar a identificação humana post-mortem no âmbito da ciência forense criminal, destacando a utilização do ADN como uma ferramenta potencialmente aplicável a este tipo de identificação. Ressalta-se ainda a importância da recolha do ADN de tecido ósseo para fins de identificação humana forense, bem como se apresenta, de uma forma resumida, um trabalho de pesquisa desenvolvido pelos autores, onde foram avaliados três métodos de recolha do ADN em tecido ósseo, através de três parâmetros, designadamente: concentração; qualidade do ADN, eficiência de amplificação pela técnica de PCR. | ||
| 461 |
_cBrasília _dDezembro 2000 _vAno II, n.7 _tPerícia Federal _pp.32-35 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO HUMANA _9320265 |
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| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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