| 000 | 01463nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372058 | ||
| 090 | _a372058 | ||
| 100 | _a20050301u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA investigação criminal _ejuíz, MP ou PJ? _fJosé Miguel Júdice |
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| 311 | _aDisponível também em: https://www.oa.pt/Conteudos/Artigos/detalhe_artigo.aspx?idc=30777&idsc=45840&ida=47172. Acedido a 08 de Janeiro de 2014. | ||
| 330 | _aSegundo o autor, pode-se facilmente concluir que, quem deve fazer ou dirigir a investigação criminal, constitui uma das mais controversas questões que estão subjacentes aos processos reformistas da Justiça em Portugal. Atribuída prncipalmente a três instituições - Magistratura Judicial, Ministério Público e Polícia Judiciária, a investigação criminal é feita e decidida por muitas e variadas entidades. Por se tornar um processo confuso, o autor sugere algumas reformas, que resumidamente se expõem. | ||
| 461 |
_cLisboa _dNovembro 2004 _vAno 64, vol. I-II _tRevista da Ordem dos Advogados _x0870-8118 _pp. 35-39 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aMINISTÉRIO PÚBLICO _9235485 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 606 |
_aMAGISTRATURA JUDICIAL _9238549 |
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| 700 |
_aJÚDICE _bJosé Miguel _9248258 |
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