| 000 | 01780nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 372002 | ||
| 090 | _a372002 | ||
| 100 | _a20050117u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDepoimento policial em audiência penal _eâmbito e limites _fJosé António Barreiros |
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| 311 | _aResumo inserto no próprio artigo. | ||
| 330 | _aTrata-se na presente comunicação de estudar, em primeira abordagem e de modo necessariamente perfunctório, o âmbito material de acção do estatuído no artigo 356.º, n.º 7, do CPP e os limites de tutela que a mesma norma legal confere: trata-se dos depoimentos em audiência por parte dos OPC's e de outras pessoas no que se refere ao conteúdo de autos de "declarações", afinal, de leitura proibida. Verificámos que, por deficiências atinentes à colocação sistemática da norma e à sua formulação, ela, mau grado o seu teor aparentemente proibicionista (i) abre a porta a situações em que é permitido o depoimento de OCP's e de terceiros quanto a actos processuais pelos quais a prova oral é recolhida e reduzida a auto de leitura abstractamente proibida (ii) e deixa em zonas de indefinição e de risco outras situações em que seria essencial obter da lei definições mais claras que protegesse a prova e salvaguardasse o próprio estatuto dos OPC's. | ||
| 461 |
_cLoures _dJulho-Dezembro 2004 _vN.4 _tPolícia e Justiça _x0970-4791 _pp.19-31 |
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| 606 |
_aDEPOIMENTO _9318693 |
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| 606 |
_aORGÃO DE POLÍCIA CRIMINAL _9326969 |
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| 606 |
_aJULGAMENTO _9233424 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 700 |
_aBARREIROS _bJosé António _9322425 |
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