000 02094nam a2200205 4500
001 371904
090 _a371904
100 _a20041025u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aCriminalité, centres-villes et villes centrales
_eune critique de la théorie de la "vitre brisée"
_fPaul Ponsaers
330 _aMuitos criminólogos consideram que a teoria dos "vidros quebrados" ("vitre brisée"; "broken windows"), é a teoria de referência em matéria de criminalidade urbana. Segundo estes, a degradação de uma zona habitacional que se manifesta, nomeadamente, por casas abandonadas, pequenas agressões, presenças perturbadoras em locais públicos, grafitos, etc, conduzem à desordem. Para neutralizar esta situação torna-se necessário restabelecer não só a ordem quotidiana que será assegurada por mecanismos de boa conservação dos edifícios e das infraestruturas, como também efectuar o controlo dos próprios habitantes. O autor do presente artigo propõe questionar esta teoria. Para tal, apresenta um estudo com base na criminalidade registada em cidades e em pequenas localidades da Bélgica, testando diferentes modelos e observando três tipos de delitos. Concluindo-se que a distribuição da criminalidade e da insegurança é desigual, a repartição dos meios de luta contra o fenómeno criminal, deverá ser também distinta; os programas de luta contra a ciminalidade deverão ser estabelecidos a partir do princípio da "justiça distributiva", ou seja, onde se faz sentir maior necessidade, consolidando o significado principal daquilo que se designa por "taylormade responses" (trabalho sob medida), no âmbito do "community oriented policing".
461 _cBruxelles
_dJuillet-Août 2004
_vN.7-8
_tRevue de Droit Penal et de Criminologie
_x0035-4384
_pp.798-810
606 _aURBANISMO E CRIMINALIDADE
_9343731
606 _aACTUAÇÃO POLICIAL
_912509
606 _aBÉLGICA
_94670
700 _aPONSAERS
_bPaul
_9268584