| 000 | 02056nam a2200253 4500 | ||
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| 001 | 371887 | ||
| 090 | _a371887 | ||
| 100 | _a20041013u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe Mob _efrom 42nd Street to Wall Street _fKevin Carwile, Valerie Hollis |
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| 311 | _a* (CD 132). | ||
| 330 | _aAssinala-se a nova orientação que a "Mob" (designação para qualificar os grupos do crime organizado) está a tomar actualmente. A "Mob" não se confina só a dirigir clubes de "strip" ou ao crime de receptação de relógios de marca; presentemente a "Mob" não se identifica só com o crime de rua ou o crime violento, ela interessa-se, nomeadamente, pelos mercados financeiros, pelas quantias que os investigadores poderão pagar para comprarem determinadas acções. O presente artigo foca as formas de infiltração do crime organizado no mercado de valores dos Estados Unidos, nomeadamente no que respeita à La Cosa Nostra (LCN). Começa por tentar dar uma definição do difícil de definir conceito de crime organizado e revela o tipo e género de crimes a que a LCN esteve associada no passado, assim como os motivos que a levam a interessar-se pela actividade financeira da Wall Street, em New York. Refere as actividades fraudulentas designadas por "over-the-counter market", "penny stocks", "chop stocks", "securities schemes", "trading scams", "brokerage scams". Em estudos de casos em que a "Mob" se envolveu em fraudes com "securities" (títulos de crédito), descreve, respectivamente, a "Mob Stocks" e a "Operation Uptick". | ||
| 461 |
_cLondon _dMay 2004 _vVol. 11, nº 4 _tJournal of Financial Crime _x0969-6458 _pp. 325-341 |
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| 606 |
_aCRIME ORGANIZADO _9225700 |
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| 606 |
_aMERCADO FINANCEIRO _9227061 |
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| 606 |
_aMAFIA _9242585 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aCARWILE _bKevin _9348573 |
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| 701 |
_aHOLLIS _bValerie _9348574 |
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