000 02246nam a2200241 4500
001 371869
090 _a371869
100 _a20040928u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aIdentification with the aggressor
_ehow crime victims often cope with trauma
_fRyan E. Melsky
311 _aDisponível também em: https://leb.fbi.gov/2004-pdfs/leb-august-2004. Acedido a 11 de Setembro de 2013.
330 _aO chamado "processo de identificação" ocorre de uma forma normal em situações em que certos indivíduos modificam as suas personalidades e características, numa tentativa de imitarem a pessoa ou os grupos com que se querem identificar.Tal verifica-se, por exemplo, com crianças, quando procuram imitar posturas dos pais (o rapaz que usa distintivos policais para imitar o seu pai polícia; a rapariga que se enfeita com as jóias da mãe para se parecer com ela, etc), com adolescentes quando procuram vestir o mesmo tipo de roupa e falar do mesmo modo para se identificarem com os seus grupos sociais. Da mesma forma, verifica-se que aqueles que foram vítimas de uma experiência traumática, manifestam muitas vezes uma tendência para se identificar com os seus agressores; assumem assim as suas características, imitam a sua agressão e de pessoas ameaçadas, passam a ser pessoas que ameaçam; é uma transformação mental, um "mecanismo de defesa", como os psicólogos lhes chamam, que permite à vítima alcançar um sentimento de força e reagir, como forma de sobrevivência. Os funcionários de polícia deverão conhecer e compreender estas posturas e ajudar as vítimas a enfrentar de uma forma positiva o trauma que as afecta. Dão-se exemplos de alguns casos reias em que as vítimas criaram processos de identificação com os seus agressores.
461 _cWashington
_dAugust 2004
_vVol. 73, n. 8
_tFBI-Law Enforcement Bulletin
_x0014-5688
_pp. 16-20
606 _aVITIMAÇÃO
_9336840
606 _aESTADOS UNIDOS
_9334103
606 _aPSICOLOGIA
_9705
700 _aMELSKY
_bRyan E.
_9328633