000 01500nam a2200241 4500
001 371675
090 _a371675
100 _a20040407u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aCriminalidade e obras de arte
_fMário Silva
311 _aCD 296.
330 _aAbordagem às disposições legais de origem nacional (Código Penal, Lei do Património Cultural Português) e internacional (Convenções, Concordata entre Portugal e a Santa Sé e Directiva CE n.º 93/7) existentes no âmbito do furto de obras de arte. Destaca-se a inexistência no Código Penal da expressão "obras de arte" no seu sentido tradicional, o uso pouco apropriado do termo "valor artístico" e, ainda, a falta de previsão de natureza legal para as colecções privadas, as quais, segundo o articulista, deveriam ser tuteladas de forma idêntica. Dá-se a conhecer alguns dos casos célebres neste domínio, entre os quais a destruição dos Budas Gigantes de Bamiyan (Afeganistão) e as pilhagens ao Museu de Bagdade.
461 _cLisboa
_dNovembro-Dezembro 2003
_vN.29
_tBoletim da Ordem dos Advogados
_x0873-4860
_pp. 36-40
606 _aFURTO DE BENS CULTURAIS
_9344326
606 _aFURTO DE OBRA DE ARTE
_9322024
606 _aLEGISLAÇÃO
_9227776
606 _aCONVENÇÃO
_9331653
700 _aSILVA
_bMário
_9206897