| 000 | 01339nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 371657 | ||
| 090 | _a371657 | ||
| 100 | _a20040326u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aCartões electrónicos de identificação _eprós e contras _fLuís Barros |
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| 330 | _aEm Portugal e, de acordo, com dados da CNPD (Comissão Nacional de Protecção de Dados) os pedidos de autorização de tratamento de dados pessoais, tendo em vista o uso de cartões electrónicos de identificação, destinam-se a controlar acessos (entradas e saídas) e a assiduidade em locais de trabalho. Ao proibir a "atribuição de um número nacional único aos cidadãos" a Constituição portuguesa revela um sério obstáculo na adopção do dito cartão electrónico de identificação. Além da proibição contemplada na Constituição, é ainda referida, no âmbito da preservação da privacidade do cidadão, a questão da interconexão de dados pessoais. | ||
| 461 |
_cLisboa _dMarço 2004 _vN.88 _tInter.face Administração Pública _pp.38-39 |
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| 606 |
_aDOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO _9343849 |
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| 606 |
_aCARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO _9100960 |
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| 606 |
_aPROTECÇÃO DOS DADOS _9343089 |
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| 606 |
_aBIOMETRIA _9327034 |
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| 700 |
_aBARROS _bLuís _9348453 |
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