| 000 | 01303nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 371639 | ||
| 090 | _a371639 | ||
| 100 | _a20040316u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aNatureza da actuação policial _fManuel M. G. Valente |
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| 311 | _a(*) | ||
| 330 | _aActualmente, a polícia é considerada não como um instrumento de poder exercido de forma totalitária, mas sim é e deve ser um instrumento de conciliação entre os três poderes: político, judicial, executivo. De acordo com estes princípios, o autor tece considerações sobre a natureza da actuação policial, concluindo que "a natureza da polícia é híbrida e complexa como as suas próprias funções, mas está dotada de democraticidade e de legalidade, assente no pilar do respeito pela dignidade da pessoa humana, que lhe cumpre defender e garantir, mesmo contra os abusos do poder". | ||
| 461 |
_cLisboa _dMarço-Abril 2002 _vV.134 _tPolícia Portuguesa _pp.21-24 |
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| 606 |
_aACTUAÇÃO POLICIAL _912509 |
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| 606 |
_aPODERES DE POLÍCIA _9321790 |
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| 606 |
_aCOMPETÊNCIA POLICIAL _9322988 |
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| 700 |
_aVALENTE _bManuel M. G. _9348222 |
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