| 000 | 01513nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 371366 | ||
| 090 | _a371366 | ||
| 100 | _a20030625u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aScience project _fJames Morton |
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| 330 | _aA história da actividade da polícia do Reino Unido, ao longo dos seus 110 anos, tem sido caracterizada por um recurso cada vez maior à ciência e à tecnologia e muito particularmente, à ciência forense. Passa-se em revista um conjunto de técnicas forenses que começaram a ser utilizadas por aquela instituição, tendo algumas sido usadas menos correctamente e outras desenvolvidas de uma forma positiva ao longo dos anos. De entre essas técnicas, destaca-se a dactiloscopia; a balística; as "identification parades" (reconhecimento de suspeitos); as confissões pela força; o recurso aos detectores de mentiras e ao hipnotismo; a identificação pelo ADN. Apontam-se alguns exemplos de casos de investigação criminal em que foram utilizadas estas técnicas. | ||
| 461 |
_cLondon _d6 June 2003 _vV.111,n.5727 _tPolice Review _x0309-1414 _pp.29-30 |
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| 606 |
_aACTUAÇÃO POLICIAL _912509 |
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| 606 |
_aCIÊNCIA FORENSE _9321508 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA E SUA IMAGEM _9329182 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aMORTON _bJames _9343462 |
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