| 000 | 01340nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 371227 | ||
| 090 | _a371227 | ||
| 100 | _a20030416u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aWarrentless interception of communications _ewhen, where and why it can be done _fRichard G. Schott |
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| 330 | _aOs funcionários de polícia confrontam-se frequentemente com a necessidade de interceptar e registar conversações que se enquadram no âmbito das suas investigações. Como tal, é-lhes dada a permissão de interceptar, registar e fazer uso das conversações como prova, desde que a intercepção seja efectuada de uma forma legal. Há, contudo, casos em que tal é possível, sem autorização do tribunal. O presente artigo foca tais situações, esclarecendo, à luz da legislação dos EUA, quando, onde e porquê, os funcionários de polícia podem proceder, sem mandado judicial, à intercepção das comunicações. | ||
| 461 |
_cWashington _dJanuary 2003 _vV.72,n.1 _tFBI-Law Enforcement Bulletin _x0014-5688 _pp.25-32 |
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| 606 |
_aINTERCEPÇÃO DAS COMUNICAÇÕES _9326867 |
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| 606 |
_aTELECOMUNICAÇÕES _9225912 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aSCHOTT _bRichard G. _9347462 |
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