| 000 | 02084nam a2200301 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 371195 | ||
| 090 | _a371195 | ||
| 100 | _a20030402u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe future of DNA evidence _fJeff Wise, Richard Li |
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| 311 | _aDisponível em: https://www.cjcenter.org/cjcenter/publications/cji/archives/cji.php?id=620Acedido em 12 de Abril de 2007. | ||
| 330 | _aUm dos processos mais recentes utilizados pela polícia para identificação de pessoas, consiste na análise de ADN. As provas obtidas através dos perfis de ADN têm ganho aceitação e sucesso desde que começaram a ser utilizadas nos tribunais em meados dos anos 80. Na sequência dos avanços tecnológicos, surgiu uma nova técnica, designada por LCN DNA (Low Copy Number DNA), que permite uma análise mais rápida, utilizando quantidades mais pequenas de matéria, sem comprometer a sua integridade. Enquanto que a prova tradicional do ADN é obtida por amostras de sangue, de sémen ou de cabelo, o (LCN) DNA ou "trace DNA", pode ser utilizado em casos em que existe um mínimo de matéria disponível para análise. Sendo particularmente útil nestes casos, este método tem, contudo, limitações e falha, por um lado, por risco de contaminação e, por outro, por o tamanho da amostra ser demasiado pequeno para, o que resta dela após o teste, permitir obter uma fonte independente para avaliar os dados obtidos. | ||
| 461 |
_cChicago _dFebruary 2003 _vV. 19, n. 70 _tCrime and Justice International _x1096-8733 _pp. 31-32 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS _9343105 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aGENÉTICA _9238061 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 700 |
_aWISE _bJeff _9277715 |
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| 701 |
_aLI _bRichard _9348229 |
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