| 000 | 01729nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 371194 | ||
| 090 | _a371194 | ||
| 100 | _a20030401u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aTerrorism _fJonathan R. White |
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| 311 | _a(*) | ||
| 330 | _aTodos concordam quando afirmam que o terrorismo é um problema, mas não conseguem estar de acordo quando procuram saber em que consiste o terrorismo. Citando diversos especialistas na matéria, o articulista recorda, em primeiro lugar, algumas das definições mais usuais de terrorismo. Cita James Adams com sendo um dos melhores analistas deste fenómeno, nomeadamente no capítulo que se refere às organizações terroristas e ao financiamento das mesmas. Faz um breve comentário à influência do pensamento do séc. XVIII (Iluminismo) e dos princípios revolucionários da Revolução Francesa (1789-1795) sobre o fenómeno do terrorismo, cujo termo surgiu, pela primeira vez, para identificar a violência das acções perpetradas, à época, numa Paris revolucionária, apelidada como o "reino do terror". Distingue "velho" e "novo" terrorismo, respectivamente, anterior e posterir à II Guerra Mundial. Foca os problemas do terrorismo no Médio Oriente, destacando os aspectos fundamentais que estão na base deste conflito. | ||
| 461 |
_cChicago _dFebruary 2003 _vV. 19, n. 70 _tCrime and Justice International _x1096-8733 _pp. 19-22 |
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| 606 |
_aTERRORISMO _9410420 |
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| 606 |
_aORGANIZAÇÃO TERRORISTA _999993 |
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| 606 |
_aMÉDIO ORIENTE _9343126 |
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| 700 |
_aWHITE _bJonathan R. _9348228 |
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