| 000 | 01575nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 371079 | ||
| 090 | _a371079 | ||
| 100 | _a20030226u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aWho is going to do the dirty work against the laundering of proceeds of corruption? _fMichael C. Blanchflower |
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| 311 | _a* (CD 132). | ||
| 330 | _aDas várias abordagens que possam ter já sido feitas ao crime de corrupção, uma questão permanece ainda por debater: para onde têm ido ou vão os produtos da corrupção?. Analisa-se esta matéria com base na constatação de que a investigação e o confisco dos produtos da corrupção enfrentam obstáculos de vária ordem. Em primeiro lugar, a vontade política dos diversos países em actuar. Em segundo lugar, a ausência de leis eficazes que permitam congelar, confiscar e restiutir os produtos da corrupção e por último, a dificuldade de obtenção de suficientes informações credíveis e de provas que permitam instaurar uma acção penal. Apontam-se possíveis soluções. | ||
| 461 |
_cLondon _dApril 2002 _vVol. 9, nº 4 _tJournal of Financial Crime _x0969-6458 _pp. 297-299 |
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| 606 |
_aCORRUPÇÃO _9229145 |
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| 606 |
_aPRODUTOS DO CRIME _9121840 |
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| 606 |
_aBRANQUEAMENTO DE CAPITAIS _9243734 |
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| 606 |
_aCONFISCO DE BENS _9343269 |
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| 606 |
_aINSTITUIÇÃO BANCÁRIA _9329968 |
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| 700 |
_aBLANCHFLOWER _bMichael C. _9348167 |
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