| 000 | 01750nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 370695 | ||
| 090 | _a370695 | ||
| 100 | _a20021223u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aWork in prison _ethe process of inversion _fKaren Legge |
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| 330 | _aNo sistema prisional da Inglaterra e do País de Gales o trabalho é considerado como um factor importante em qualquer processo de reabilitação dos reclusos. Contudo, na prática, o contexto prisional leva a uma alteração das condições normais de trabalho e de comportamento dos reclusos. Na realidade, enquanto a maioria das pessoas escolhe livremente o seu trabalho na expectativa de obter determinadas regalias, na prisão tal não sucede. Aqui o trabalho é atribuído, não existe controlo por parte do pessoal especializado, não existem sanções aplicadas a baixos níveis de produção, os lucros obtidos são diminutos e não pode ser abandonado em caso de desagrado. Até mesmo alguns benefícios obtidos pelos mais cumpridores são olhados com desconfiança pelos companheiros de prisão, que os consideram demasiadamente submetidos às autoridades. Assim, o objectivo de procurar equiparar o trabalho realizado dentro da prisão ao executado fora desta está ainda longe de ser alcançado. | ||
| 461 |
_cLondon _dJanuary 1978 _vV. 18, n. 1 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp. 6-22 |
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| 606 |
_aTRABALHO DO RECLUSO _9343560 |
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| 606 |
_aINGLATERRA _9332835 |
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| 606 |
_aPAÍS DE GALES _9338626 |
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| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISIONAL _9551 |
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| 700 |
_aLEGGE _bKaren _9140776 |
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