| 000 | 01472nam a2200181 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 370682 | ||
| 090 | _a370682 | ||
| 100 | _a20021220u y0pory50 ba | ||
| 101 | _afre | ||
| 200 |
_aL'étrangleur dénoncé par ses empreintes _fB. C. Fay |
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| 330 | _aA partir de um telefonema anónimo para um jornal a denunciar um crime de morte, a polícia encontra-se perante um caso de difícil solução, na medida em que junto do cadáver de mulher estrangulada e esfaqueada foram encontradas diversas impressões digitais que, após exame feito, não foi possível encontrar em ficheiros dactiloscópicos. Desenvolveu-se um intenso e bem coodernado trabalho de equipa, que aproveitou ao máximo todos os elementos susceptíveis de conduzirem a uma possível solução do problema. Devido a uma série de acasos e após um segundo crime e vários assaltos, a polícia foi posta na pista do criminoso, que utilizava sempre o mesmo "modus operandi", e conseguiu acabar por capturá-lo. Verificou então tratar-se de um perigoso esquizofrénico que até aí não tinha cadastro, motivo esse que dificultou a solução deste caso à primeira vista insolucionável. | ||
| 461 |
_cParis _dNovembre 1977 _vN.312 _tRevue Internationale de Police criminelle _x0035-3396 _pp.264-273 |
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| 606 |
_aDACTILOSCOPIA _9104133 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 700 |
_aFAY _bB. C. _9347920 |
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