000 01736nam a2200229 4500
001 370627
090 _a370627
100 _a20021217u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aIndividual differences and absconding behaviour
_fB. J. Brown, N. R. Druce, C. E. Sawyer
330 _aExistem crianças que, por decisão judicial, se encontram internadas em escolas comunitárias, centros de observação e centros de avaliação e que fogem deles. Para Clarke e Martin, com base num estudo feito, a fuga deve-se a factores existentes no meio ambiente, que predispõem as crianças para esta tomada de atitude. Embora faça a identificação desses factores externos, o estudo é omisso quanto à influência exercida no comportamento infantil por outros factores inerentes à própria criança. Efectivamente, embora submetidas às mesmas condições, há crianças que fogem e outras que o não fazem. Assim, os autores deste artigo, depois de observarem as crianças internadas num desses centros de avaliação, tiraram a seguinte conclusão: para além da influência exercida pelas condições do meio ambiente, há também propensão para a fuga revelada por certas crianças, seja qual for o ambiente em que estiverem inseridas.
461 _cLondon
_dJanuary 1978
_vV. 18, n. 1
_tBritish Journal of Criminology (The)
_x0007-0955
_pp. 62-70
606 _aESTABELECIMENTO DE RECUPERAÇÃO
_9344150
606 _aCIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO
_91361
606 _aREINO UNIDO
_9334328
700 _aBROWN
_bB. J.
_9347869
701 _aDRUCE
_bN. R.
_9347870
701 _aSAWYER
_bC. E.
_9135679