| 000 | 01574nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 370620 | ||
| 090 | _a370620 | ||
| 100 | _a20021217u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aTwin studies, inheritance and criminality _fR. A. Forde |
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| 330 | _aO autor deste artigo faz uma crítica a um estudo realizado por Dalgard e Kringlen ácerca da influência da hereditariedade sobre a criminalidade. Após a observação de vários casos de gémeos univitelinos e bivitelinos, concluiram que os factores hereditários não exercem uma influência significativa nos crimes cuja existência se conhece. Após de comentar vários pontos do trabalho, com os quais não concorda, o autor diz que a conclusão àcerca da hereditariedade não está correcta. Ela baseia-se apenas na observação de casos de gémeos, não tendo sido analisados casos de não gémeos. Cita ainda, resumidamente, outros estudos de vários autores relativos ao mesmo assunto e conclui que o comportamento criminal, através de estudos estatísticos, foi associado à hereditariedade. Embora a natureza desta associação não esteja totalmente esclarecida, o problema da sua existência não deve ser posto em causa. | ||
| 461 |
_cLondon _dJanuary 1978 _vV.18,n.1 _tBritish Journal of Criminology (The) _x0007-0955 _pp.71-74 |
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| 606 |
_aCRIMINALIDADE _9224783 |
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| 606 |
_aGENÉTICA _9238061 |
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| 606 |
_aINGLATERRA _9332835 |
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| 700 |
_aFORDE _bR. A. _9347866 |
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