000 01561nam a2200205 4500
001 370569
090 _a370569
100 _a20021211u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aLes méthodes d'action. L'action répressive. Le point de vue du magistrat
_fPaul Malibert
330 _aCom base na sua experiência de juiz do Ministério Público, o articulista dá-nos a sua opinião sobre qual deve ser o papel do magistrado no caso presente, o do Ministério Público, face aos métodos de acção utilizados pela polícia. Polariza a sua exposição à volta de dois pontos: o magistrado deve participar na acção repressiva; por outro lado, não deve perder de vista que é o garante das liberdades individuais. Quanto à primeira questão, a participação do magistrado na acção repressiva é encarada em três planos: a ligação do magistrado do Ministério Público com a Polícia Judiciária, o tratamento dos processos (orientação, qualificação) e a elaboração das sanções. Relativamente ao papel do magistrado como garante das liberdades individuais, são abordadas três questões: o controlo da Polícia Judiciária, a insegurança real e a insegurança alegada.
461 _cParis
_d1977
_vN.105
_tRevue de la Police National
_x0035-1237
_pp.68-70
606 _aSEGURANÇA
_9225728
606 _aPRÁTICA POLICIAL
_9343302
606 _aMAGISTRATURA E POLÍCIA
_9345878
606 _aFRANÇA
_9249373
700 _aMALIBERT
_bPaul
_9347833