000 02106nam a2200277 4500
001 370546
090 _a370546
100 _a20021206u y0pory50 ba
101 _aspa
200 _aLas diligencias de reconocimiento fotográfico
_fFrancisco Alonso Pérez
311 _a(*).
330 _aA identificação do presumível autor de uma infracção penal, realiza-se através do chamado reconhecimento fotográfico, mediante a exibição às testemunhas do acto delituoso, de registos fotográficos de delinquentes, registos esses existentes nos serviços de polícia. Esta técnica policial constitui a única forma de os observadores directos do acto delituoso, contribuírem para a localização e identificação dos seus autores. Contudo, embora se tenha discutido a legalidade desta diligência, ela é apenas admitida como técnica inicial de investigação, não sendo admitida como legal pela "Ley de Enjuiciamiento Criminal" de Espanha. Trata-se de uma prática policial a que o "Tribunal Supremo" já tem feito referência por diversas ocasiões, salientando que o recurso a fotografias é um ponto de partida válido para iniciar as investigações policiais, às vezes imprescindível, sobretudo nos casos em que se desconhece a identidade do autor do delito, mas que em nenhum caso pode constituir prova que possa destruir a presunção de inocência, consagrada no artigo 24.2 da "Constitución Española". Indicam-se as circunstâncias em que esta técnica é utilizada.
461 _cMadrid
_dMarzo 2002
_vN.162
_tPolicía
_x0213-4012
_pp.56-57
606 _aIDENTIFICAÇÃO DE SUSPEITOS
_9105716
606 _aRECONHECIMENTO POLICIAL
_9343695
606 _aFOTOGRAFIA POLICIAL
_9320987
606 _aPROVA TESTEMUNHAL
_9252412
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aVALOR PROBATÓRIO
_921050
606 _aESPANHA
_9330771
700 _aALONSO PÉREZ
_bFrancisco
_9260945