000 02140nam a2200253 4500
001 370485
090 _a370485
100 _a20021129u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aPerigosidade, violência
_eda reinserção à incapacitação
_fJoão Luís de Morais Rocha
330 _aTendo como pano de fundo o fenómeno da criminalidade e numa perspectiva de implementação de medidas de prevenção e de repressão criminal, o autor começa por fazer uma análise deste fenómeno, procurando em primeiro lugar definir os conceitos de perigosidade e de violência. De uma forma retrospectiva, refere que os primeiros estudos elaborados por psiquiatras, psicólogos e outros profissionais de saúde, com o fim de avaliar a perigosidade e a violência, se revelaram com poucos resultados satisfatórios. Só a partir da década de 90 é que começou a surgir uma preocupação de ordem metodológica e teórica relativamente à pesquisa e investigação neste domínio, numa tentativa de conferir coerência ao que se vem actualmente chamando de "análise de risco" (risk assessment). Após breve abordagem aos indicadores de risco, cabe referir por último, que, em Portugal, como resposta judicial à perigosidade, nomeadamente na forma de delinquência imputável particularmente perigosa, existe um tipo de pena designado por "pena relativamente indeterminada" (arts. 83.º a 85.º do Código Penal), cuja aplicação tem tido, até muito recentemente, uma expressão insignificante. Apontam-se as razões hipotéticas da ocorrência de tal facto.
461 _cCoimbra
_dAbril-Junho 2002
_vV.12,n.2
_tRevista Portuguesa de Ciência Criminal
_x0871-8563
_pp.265-278
606 _aCRIMINALIDADE
_9224783
606 _aVIOLÊNCIA
_9234911
606 _aPSICOLOGIA CRIMINAL
_9225033
606 _aCOMPORTAMENTO DESVIANTE
_9321365
606 _aREINSERÇÃO SOCIAL
_9225149
606 _aSANÇÃO PENAL
_9227850
606 _aIMPUTABILIDADE
_9728
700 _aROCHA
_bJoão Luís de Morais
_9320168