| 000 | 01590nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 370347 | ||
| 090 | _a370347 | ||
| 100 | _a20021106u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe polygraph technique _epast and present _fJames K. Murphy |
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| 311 | _a(*) | ||
| 330 | _aA verdade deve constituir o objecto final de todas as investigações criminais e, por isso, o homem, para tentar determiná-la e para detectar a mentira, tem efectuado, ao longo dos séculos, experiências baseadas em métodos científicos. Assim, descobriu e aperfeiçoou diversos aparelhos, entre os quais se conta o polígrafo. Este baseia-se na teoria segundo a qual um indivíduo submetido a um interrogatório, ao dizer uma mentira, reage fisiologicamente com medo de ser descoberto. Essas reacções traduzem-se em alterações da pressão sanguínea, da pulsação, da respiração e do reflexo galvânico da pele, as quais são registadas e posteriormente interpretadas por um perito. O artigo debruça-se sobre a aplicação prática do exame efectuado com o polígrafo e sobre a sua validade e credibilidade. | ||
| 461 |
_cWashington _dJune 1980 _vV. 49, n. 6 _tFBI Law Enforcement Bulletin _x0014-5688 _pp. 1-5 |
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| 606 |
_aDETECTOR DE MENTIRAS _9112601 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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| 700 |
_aMURPHY _bJames K. _9324090 |
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