000 01872nam a2200277 4500
001 370261
090 _a370261
100 _a20020926u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aLa renonciation au meurtre
_eune limite essentielle au système de l'imputation automatique du meurtre à tous les participants au vol
_fIsabelle Rorive, Denis Bosquet
330 _aAnalisa-se, à luz da legislação belga vigente, o seguinte caso: um familiar (designado por X) de uma pessoa (que se tornará mais tarde vítima de homicídio), indica a terceiros a altura mais apropriada (ausência da vítima), para assaltarem a sua residência, com a finalidade de roubarem uma determinada importância em dinheiro. Essa indicação não é respeitada, X recusa-se a participar e os assaltantes penetram na residência, acabando por matar a vítima, por esta ter oposto resistência. Do ponto de vista jurídico, este processo leva a um conjunto de reflexões críticas que se prendem, entre outras, com: regulamentação das circunstâncias agravantes da participação no acto criminoso, quer relativamente aos autores do delito, quer relativamente a X; imputação automática desse acto; hipótese de tal acto ser considerado roubo com homicídio.
461 _cBruxelles
_dAvril 2002
_vN.4
_tRevue de Droit Penal et de Criminologie
_x0035-4384
_pp.369-388
606 _aDIREITO PENAL
_9224698
606 _aLEGISLAÇÃO PENAL
_9275821
606 _aHOMICÍDIO
_9240884
606 _aASSALTO A RESIDÊNCIA
_9327005
606 _aJURISPRUDÊNCIA
_9231071
606 _aIMPUTABILIDADE
_9728
606 _aBÉLGICA
_94670
700 _aRORIVE
_bIsabelle
_9126925
701 _aBOSQUET
_bDenis
_9109702