000 02143nam a2200277 4500
001 369965
090 _a369965
100 _a20020318u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aVictim contact work in the probation service
_eparadigm shift or Pandora's box?
_fAdam Crawford, Jill Enterkin
330 _aNas últimas décadas assistiu-se no Reino Unido a um aumento do interesse pela forma como as vítimas de crimes violentos eram assistidas pelos órgãos de justiça penal. A "Victim's Charter" (Carta da Vítima) publicada pela 1.ª vez em 1990, no Reino Unido, representou um importante marco na forma como a "perspectiva da vítima" se veio cada vez mais a integrar na justiça penal e a ser tida em conta por esta. Através da aplicação deste diploma, o "Probation Service" (Regime de prova) fica com a obrigação de contactar as vítimas (ou suas famílias) de indivíduos condenados a pena de prisão, antes de ser considerada a hipótese de libertação do autor do delito, com o objectivo de averiguar se aquelas experimentam alguma ansiedade pela possível libertação deste e, nessa sequência, impôr algumas restrições à liberdade a conceder. No presente artigo observam-se algumas conclusões sobre o trabalho desenvolvido pelo "Probation Service", relativamente ao contacto com as vítimas e suas experiências. Salientam-se algumas ambiguidades e tensões que se formam, ao transpôr as iniciativas que dizem respeito às necessidades das vítimas para o delicado equilíbrio da justiça penal.
461 _cOxford
_dAutumn 2001
_vV.41,n.4
_tBritish Journal of Criminology (The)
_x0007-0955
_pp.707-725
606 _aAJUDA ÀS VÍTIMAS
_94774
606 _aLIBERDADE CONDICIONAL
_9224956
606 _aJUSTIÇA PENAL
_9224778
606 _aCRIME VIOLENTO
_9321190
606 _aREGIME DE PROVA
_9274881
606 _aPRESO
_9243028
606 _aINQUÉRITO-ESTUDO
_9343480
606 _aREINO UNIDO
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606 _aVÍTIMA
_9918
700 _aCRAWFORD
_bAdam
_9260839
701 _aENTERKIN
_bJill
_9108874