| 000 | 01644nam a2200265 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 369956 | ||
| 090 | _a369956 | ||
| 100 | _a20020308u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aListening in _fDavid Pickover |
||
| 330 | _aAs operações de escuta efectuadas pela polícia do Reino Unido no âmbito da investigação criminal, são objecto de reflexão no presente artigo, devendo-se a estas, em grande parte, a detecção e condenação de criminosos. A legitimidade destas operações foi inicialmente questionada em 1966, num caso de gravação de escutas de indivíduos detidos em celas, tendo sido esta gravação admitida como prova em tribunal, após consultado o "Court of Apppeal". Na sequência do recente caso apresentado no tribunal de Nottingham, em que se ajuizou sobre o alcance das operações de escuta utilizadas pela polícia e do qual resultou a libertação de um dos arguidos, passa-se em revista a legislação existente sobre esta matéria, ilustrando-se igualmente o seu âmbito de aplicação em casos julgados anteriormente em tribunal. | ||
| 461 |
_cLondon _d22 February 2002 _vV.110,n.5661 _tPolice Review _x0309-1414 _pp.26-27 |
||
| 606 |
_aESCUTAS _9132665 |
||
| 606 |
_aPROVA _9233195 |
||
| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
||
| 606 |
_aACTUAÇÃO POLICIAL _912509 |
||
| 606 |
_aLEGISLAÇÃO _9227776 |
||
| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
||
| 606 |
_aDIREITOS FUNDAMENTAIS _9529 |
||
| 700 |
_aPICKOVER _bDavid _9343392 |
||