000 01967nam a2200265 4500
001 369898
090 _a369898
100 _a20020205u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aFacing up to changes
_fRichard Evans
311 _a(*)
330 _aA ciência do reconhecimento facial nos serviços de polícia do Reino Unido, tem tido um longo percurso desde que a então Scotland Yard utilizou, em 1881, o desenho à pena, para identificação de um suspeito de homicídio. Passado cerca de um século esta ciência continua a constituir um precioso instrumento na resolução de crimes, para o que contribuiu a tecnologia informática com programas específicos de software, com vista à composição de imagens a partir da reconstituição dos traços fisionómicos de um suspeito. Actualmente o recurso à técnica da identificação facial electrónica conhecida por "e-fit" (electronic facial identification technique), constitui o sistema mais vulgarmente utilizado pela polícia inglesa. Esta técnica é composta por diversos métodos, dos quais se evidenciam 3 por serem os mais utilizados. Estes 3 métodos serviram de base a uma experiência efectuada, no sentido de saber qual deles apresentava as imagens com mais precisão, ou seja, qual o método que produzia os "e-fits" mais correctos em termos de identificação. Apresentam-se as conclusões deste estudo.
461 _cLondon
_d18 January 2002
_vVol. 110, n. 5656
_tPolice Review
_x0309-1414
_pp. 18-19
606 _aRECONSTITUIÇÃO FACIAL
_9328354
606 _aIDENTIFICAÇÃO DE SUSPEITOS
_9105716
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aCIÊNCIA FORENSE
_9321508
606 _aINFORMÁTICA NA POLÍCIA
_9328245
606 _aREINO UNIDO
_9334328
700 _aEVANS
_bRichard
_9347222