| 000 | 01396nam a2200193 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 369717 | ||
| 090 | _a369717 | ||
| 100 | _a20010919u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe use and misuse of psychologists in a hostage situation _fRobert J. Powitzky |
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| 330 | _aO autor deste artigo apresenta os prós e os contras da decisão de empregar um psicólogo como negociador em casos de tomadas de reféns. Indica as funções úteis que o psicólogo poderá desempenhar em tais casos: pessoa a quem se recorre, conselheiro do negociador, pessoa que recolhe informações, conselheiro "post-trauma" e avaliador. Salienta, também, os factores a tomar em consideração ao proceder à selecção de um psicólogo adequado: preconceitos e expectativas pessoais, certificado ou licença, treino na especialidade e experiência relevante. Conclui que um psicólogo, cuidadosamente seleccionado, poderá ser muito útil em tomadas de reféns, desde que se esclareça devidamente a função que ele tem a desempenhar e aquilo que espera dele. | ||
| 461 |
_cWashington _dJune 1979 _vN.6 _tPolice Chief (The) _x0195-2571 _pp.30-33 |
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| 606 |
_aTOMADA DE REFÉNS _9167308 |
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| 606 |
_aPSICÓLOGO DE POLÍCIA _9343787 |
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| 606 |
_aPRÁTICA POLICIAL _9343302 |
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| 700 |
_aPOWITZKY _bRobert J. _9321940 |
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