| 000 | 01717nam a2200253 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 369686 | ||
| 090 | _a369686 | ||
| 100 | _a20010906u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aDespiste e controlo do consumo de droga no sistema prisional _ea utilização das análises clínicas _fJoão Luís de Moraes Rocha |
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| 330 | _aO despiste do consumo de drogas entre os reclusos torna-se uma questão prioritária da saúde na prisão, uma vez que ao consumo de droga na prisão estão também frequentemente associadas doenças infecciosas graves como a sida, a tuberculose, a hepatite. Para se efectuar este despiste pode ser necessário recorrer a análises clínicas, que podem ser recusadas pelo indivíduo visado, se alguns dos métodos utilizados forem considerados invasivos dos direitos, liberdades e garantias pessoais. Necessário se torna que os países se sensibilizem para esta problemática e que envidem esforços no sentido de desenvolverem métodos de análise que não lesem os direitos, liberdades e garantias pessoais, bem como de criarem legislação adequada à resolução deste problema. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dOutubro-Dezembro 2000 _vAno 10,fasc.4 _tRevista Portuguesa de Ciência Criminal _x0871-8563 _pp.551-564 |
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| 606 |
_aTOXICODEPENDÊNCIA _9225048 |
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| 606 |
_aPRESO _9243028 |
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| 606 |
_aDOENÇA INFECCIOSA _9100267 |
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| 606 |
_aPOLÍTICA DE SAÚDE _9234372 |
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| 606 |
_aANÁLISE LABORATORIAL _9326721 |
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| 700 |
_aROCHA _bJoão Luís de Moraes _9326184 |
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