| 000 | 02036nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 369280 | ||
| 090 | _a369280 | ||
| 100 | _a20010205u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO papel das autarquias no combate à insegurança urbana _fMaria José Azevedo |
||
| 311 | _a(*). Comunicação apresentada no Colóquio Informações e Segurança Interna, realizado no dia 20 de Março de 1998, na Universidade Lusíada, Porto. | ||
| 330 | _aAo apresentar a sua comunicação sobre a insegurança urbana e os mecanismos para a combater, a autora refere que este fenómeno é resultado de um conjunto de causas, que se indicam: o crescimento desordenado das cidades; o agravamento das desigualdades; a crise económica e o processo de modernização gerando desemprego, a alteração da estrutura da família associada à crise de valores; o consumo de estupefacientes. Nomeadamente no que respeita à Europa, verifica- se que várias cidades confrontadas com a mesma problemática, têm vindo a experimentar programas integrados que conjugam medidas de repressão/dissuasão com medidas de prevenção da criminalidade e de combate às suas causas. À semelhança destas cidades, foi criado no Porto em Fevereiro de 1995 o primeiro Conselho Municipal de Segurança, com o objectivo de reunir com as várias entidades com responsabilidades directas na segurança da cidade e do qual fazem parte 4 Programas Operacionais: juventude e estruturas de proximidade; prevenção das toxicomanias; apoio e orientação às prostitutas; apoio às vítimas/prevenção da recidiva. | ||
| 461 |
_cCoimbra _dDezembro 1998 _vSérie especial _tLusíada - Revista de Ciência e Cultura _x0872-2498 _pp.45-53 |
||
| 606 |
_aCRIME URBANO _9328742 |
||
| 606 |
_aCRIMINALIDADE _9224783 |
||
| 700 |
_aAZEVEDO _bMaria José _9347169 |
||