| 000 | 01717nam a2200241 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 369274 | ||
| 090 | _a369274 | ||
| 100 | _a20010201u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 | _aUnsolved case fingerprint matching | ||
| 330 | _aQuando em 1935 se procedeu à recolha de impressões digitais, na sequência de um homicídio ocorrido então nos EUA, o caso ficou na altura por resolver, e a aguardar melhor prova, por falta de um método fiável que pudesse efectuar uma pesquisa relativa a uma impressão digital latente, para comparação, de entre um conjunto de impressões digitais coligidas. Este é apenas um exemplo de casos que futuramente poderão ser resolvidos graças às novas tecnologias, nomeadamente o IAFIS (Integrated Automated Fingerprint Identification System) do FBI, que começou a funcionar em 1999 em substituição do anterior processo de identificação de impressões digitais existente há já 64 anos. Trata-se de um sistema informático, que estuda as características das impressões digitais recolhidas pelos funcionários de polícia de todos os EUA, converte-as em código de pesquisa e integra-as na base de dados criminais constituída por cerca de 41 milhões de entradas. | ||
| 461 |
_cWashington _dDecember 2000 _vV.69,n.12 _tFBI-Law Enforcement Bulletin _x0014-5688 _pp.12-13 |
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| 606 |
_aDACTILOSCOPIA _9104133 |
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| 606 |
_aAFIS _9344166 |
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| 606 |
_aBASE DE DADOS _9227272 |
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| 606 |
_aINFORMAÇÃO CRIMINAL _9321297 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aFBI _9211511 |
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| 606 |
_aESTADOS UNIDOS _9334103 |
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