000 01595nam a2200217 4500
001 368020
090 _a368020
100 _a19990913u y0pory50 ba
101 _afre
200 _aParadoxes américains: autodéfense et homicides
_fMaurice Cusson
330 _aVerifica-se que os EUA apresentam as taxas de homicídios mais elevadas do mundo. Este fenómeno é interpretado à luz de uma análise sociológica do autor, mas esta não é suficiente para explicar o paradoxo representado no binómio auto-defesa-homicídio. A explicação para o problema poderá residir no recurso às armas para autodefesa e na sua legitimação, recurso este consolidado pela história e pela lei dos próprios EUA. O paradoxo persiste pois, na medida em que, por um lado, a arma como autodefesa evita elevado número de tentativas de homicídios e gera um efeito dissuasor, mas por outro, os criminosos têm fácil acesso às armas e matam mais facilmente. A cultura de autodefesa impede assim a distinção entre força legítima e ilegítima, tornando qualquer vítima mais perigosa e contribuindo para a escalada dos conflitos letais.
461 _cGenève
_dAvr-Jui 1999
_vV. 52, n.º 2
_tRevue Internationale de Criminologie et de Police Technique et Scientifique
_x0035-3329
_pp. 131-150
606 _aHOMICÍDIO
_9240884
606 _aCRIMINALIDADE
_9224783
606 _aDEFESA PESSOAL
_9320941
606 _aVITIMAÇÃO
_9336840
606 _aARMA DE FOGO E MUNIÇÕES
_9343053
606 _aESTADOS UNIDOS
_9334103
700 _aCUSSON
_bMaurice
_9325721