| 000 | 01478nam a2200217 4500 | ||
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| 001 | 367535 | ||
| 090 | _a367535 | ||
| 100 | _a19990721u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aO crime informático na legislação portuguesa _fAntónio Bernardo Colaço |
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| 311 | _a(*). | ||
| 330 | _aNeste artigo aborda-se um conflito negativo de competência, surgido, entre dois magistrados do Ministério Público - TIC (8.ª Secção - burla e outros) e (9.ª Secção - fraudes e outros, incluindo o crime informático), no âmbito de um inquérito sobre a nuclearidade ou não do crime informático, previsto na lei, para a ultimação do processo. Dado que a legislação portuguesa (Lei 109/91) é omissa quanto à inclusão da chamada "fraude informática" foram consideradas como imputáveis aos arguidos do processo, as infracções de crime de burla agravada em forma continuada, o crime de falsidade informática em forma continuada e o crime de acesso ilegítimo, pelo que coube à 8.ª Secção do TIC a competência para os ulteriores termos do processo. | ||
| 461 |
_cLisboa _dJaneiro-Março 1994 _vN.57 _tRevista do Ministério Público _x0870-6107 _pp. 125-128 |
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| 606 |
_aCRIME INFORMÁTICO _9301395 |
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| 606 |
_aFRAUDE INFORMÁTICA _9237019 |
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| 606 |
_aBURLA AGRAVADA _9344797 |
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| 606 |
_aJURISPRUDÊNCIA _9231071 |
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| 700 |
_aCOLAÇO _bAntónio Bernardo _9327808 |
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