| 000 | 01055nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 365942 | ||
| 090 | _a365942 | ||
| 100 | _a19990721u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aNose for the job _fRob Jerrard |
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| 330 | _aNo Reino Unido não havia até à data (1994) qualquer poder na lei para considerar a admissibilidade da prova cedida pelo cão de detecção. Actualmente isso é já possível, embora com salvaguardas, em casos em que o treinador possa provar que o cão, devidamente treinado durante um certo período de tempo, manifesta uma reacção comprovativa da existência do cheiro característico de um determinado indivíduo detectado a partir do local do crime. | ||
| 461 |
_cLondon _d16 December 1994 _vV.102,n.5298 _tPolice Review _x0309-1414 _pp.20-21 |
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| 606 |
_aCÃO DE DETECÇÃO _9343449 |
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| 606 |
_aPROVA _9233195 |
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| 606 |
_aPESSOAL DE POLÍCIA _9323001 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aJERRARD _bRob _9345331 |
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