| 000 | 01345nam a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 365623 | ||
| 090 | _a365623 | ||
| 100 | _a19990721u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aHelping with enquiries _fPatrick Hook |
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| 330 | _aSão colocadas questões que se prendem com a forma como deve ser constituída a base de dados de DNA do Reino Unido. Quem deve fazê-lo (a instituição policial?) e quais os perfis de DNA que devem ser recolhidos (pessoas detidas e condenadas?; indivíduos suspeitos de terem cometido algum delito passível de cadastro e punível com pena de prisão?; algum cidadão a quem se peça para facultar uma amostra?). Discutem-se as inerentes implicações no sistema de justiça penal daquele país. Contudo, a tecnologia do DNA está de tal forma avançada que a sua utilização representa essencialmente rigor e rapidez na investigação criminal. | ||
| 461 |
_cWalton-on-Thames _dNovember-December 1997 _vV. 7, n. 11/12 _tIntersec _x0963-0058 _pp. 402-403 |
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| 606 |
_aBASE DE DADOS _9227272 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aGENÉTICA _9238061 |
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| 606 |
_aSISTEMA DE JUSTIÇA PENAL _9320192 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aHOOK _bPatrick _9343773 |
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