000 01862nam a2200205 4500
001 365508
090 _a365508
100 _a19990721u y0pory50 ba
101 _aeng
200 _aTerrorism and the refugee factor
_fEdgar O'Ballance
330 _aO problema dos refugiados é observado neste artigo sob duas perspectivas. Uma, tem a ver com os milhões de pessoas que fogem em bandos errantes, em pequenos grupos ou simplesmente sós para escapar a regimes ditatoriais, massacres, prisões, torturas,"saneamentos" étcnicos, etc. Relativamente a esta primeira perspectiva, refere-se o papel da UNHCF (Alto Comissariado para os Refugiados) em matéria de apoio e financiamento àqueles refugiados e analisam-se as posições dos governos quanto à forma como são "agrupados" - por causas políticas, por razões económicas, por razões étnicas, etc. Segundo a outra perspectiva, constata-se que quando se pensa em refugiados e terroristas normalmente não é no mesmo contexto, mas a sua relação mútua é mais significativa do que se possa supor. Infelizmente eles são muitas vezes um e o mesmo. Reporta-se como exemplo significativo, a realidade dos campos de refugiados e as condições que aqueles propiciam em termos de afinidades e aproximação com grupos terroristas. Referem-se também as implicações da Convenção de Schengen bem como as decisões emanadas da recente Cimeira da União Europeia realizada em Dublin sobre a mesma Convenção.
461 _cWalton-on-Thames
_dFebruary 1997
_vV. 7, n. 2
_tIntersec
_x0963-0058
_pp. 52-54
606 _aTERRORISMO
_9410420
606 _aREFUGIADO
_9225658
606 _aMINORIA ÉTNICA
_9105908
606 _aREFUGIADO POLÍTICO
_9277515
606 _aCONVENÇÃO DE APLICAÇÃO DO ACORDO DE SCHENGEN
_9344171
700 _aO'BALLANCE
_bEdgar
_9327200