| 000 | 01999nam a2200205 4500 | ||
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| 001 | 364263 | ||
| 090 | _a364263 | ||
| 100 | _a19990721u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aThe risk file _fSarah Gibbons |
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| 330 | _aA autora, baseada em declarações de responsáveis pela brigada da polícia do Reino Unido contra a pedofilia e pornografia infantil reporta que, relativamente à realidade daquele país, os casos de pedofilia são praticamente impossíveis de identificar, uma vez que não há mecanismos de controlo que circunscrevam pedófilos declarados como culpados. Estes podem movimentar-se livremente de uma zona para outra e perpetrar toda a espécie de delitos sexuais. Esta situação deve-se ao facto de não serem obrigados a comunicar o local onde residem, nem terem de enfrentar o tribunal, uma vez que muitos deles trabalham com crianças e se tornam à partida insuspeitos. Atendendo a estas circunstâncias, o presidente da Associação dos Superintendentes de Polícia, manifestou-se no sentido de manter os pedófilos afastados de trabalhar com crianças, bem como de criar um registo que mantenha a polícia informada do paradeiro de cada um deles. Ainda recorrendo à mesma fonte, a autora descreve os 3 tipos principais de delinquentes, bem como os padrões do seu comportamento. Segundo os estudos disponíveis, dá indicações quanto à sua idade, sexo, estado civil, modo de vida, e outros elementos importantes para a investigação. Sugerem-se outras medidas a tomar, quer por parte do governo quer por parte da instituição policial, quanto ao controlo da pedofilia e quanto à protecção das vítimas. | ||
| 461 |
_cLondon _d13 Oct.1995 _vV.103,n.5339 _tPolice Review _x0309-1414 _pp.18-19 |
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| 606 |
_aPEDOFILIA _9242676 |
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| 606 |
_aCRIME SEXUAL _9242574 |
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| 606 |
_aVITIMAÇÃO _9336840 |
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| 606 |
_aCRIME CONTRA CRIANÇAS _9343327 |
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| 606 |
_aPORNOGRAFIA INFANTIL _93191 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aGIBBONS _bSarah _9343611 |
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