| 000 | 01322nam a2200181 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 363494 | ||
| 090 | _a363494 | ||
| 100 | _a19990721u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_aFraud - the corporate threat _fChris Dickson |
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| 330 | _aO autor revê algumas situações de fraudes ligadas a bancos, empresas e outras instituições reportadas essencialmente ao Reino Unido. Dos exemplos dados há a tirar lições sendo talvez a mais importante a de que o inimigo está maioritariamente por dentro da organização. Refere o importante e difícil papel dos auditores como entidades com responsabilidade na prevenção da fraude, tendo em conta o conjunto de factores que 'conspiram' contra o auditor, inclusivé a hipótese de suborno. Alerta para o uso de determinadas técnicas contabilísticas que os auditores poderão ser persuadidos a permitir, técnicas estas que embora não fraudulentas poderão conduzir a situações desastrosas. Como nota importante faz lembrar que Londres pela sua situação geográfica constitui um aliciante para opções fraudulentas. | ||
| 461 |
_cSurrey _d1995 _vApr. _tSecurity Gazette _x0049-0024 _pp.20-30 |
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| 606 |
_aFRAUDE _9227574 |
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| 606 |
_aFRAUDE BANCÁRIA _9276519 |
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| 606 |
_aAUDITORIA _9239346 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aDICKSON _bChris _9343665 |
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