| 000 | 01096nam a2200169 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 363167 | ||
| 090 | _a363167 | ||
| 100 | _a19990721u y0pory50 ba | ||
| 101 | _aeng | ||
| 200 |
_athe saddest duty _fLeo Filson |
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| 330 | _aComunicar a um familiar a morte de um ente querido é provavelmente o dever mais angustiante que um funcionário de polícia pode ter, facto que exige acima de tudo sensibilidade e senso comum. Algumas críticas atingem o modo de proceder daqueles funcionários e apontam uma média de 75% de famílias que se dizem não suficientemente esclarecidas sobre aquelas ocorrências funestas. Embora não haja uma maneira fácil e exacta de transmitir uma notícia deste tipo há várias recomendações, apresentadas no texto, que ajudam o funcionário de polícia a fazê-lo de uma forma menos penalizante para quem recebe a notícia. | ||
| 461 |
_cLondon _d3 Fev.1995 _vV.103,n.5304 _tPolice Review _x0309-1414 _pp.30-31 |
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| 606 |
_aACTUAÇÃO POLICIAL _912509 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA E A FAMÍLIA _9343310 |
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| 606 |
_aREINO UNIDO _9334328 |
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| 700 |
_aFILSON _bLEO _9343311 |
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