000 01957nam a2200217 4500
001 363083
090 _a363083
100 _a20170714u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aDa constitucionalidade e legalidade da medida de resolução do Banco de Portugal relativamente ao BES
_fLourenço Vilhena de Freitas
463 _tIn: Liber amicorum : Manuel Simas Santos / coord. André Paulino Piton e Ana Teresa Carneiro. - [Lisboa] : Rei dos Livros, 2016. ISBN 978-989-8823-20-5. p. 815-837..
311 _aIn: Liber amicorum : Manuel Simas Santos / coord. André Paulino Piton e Ana Teresa Carneiro. - [Lisboa] : Rei dos Livros, 2016. ISBN 978-989-8823-20-5. p. 815-837.
330 _aI .Enquadramento. II. Da eventual inconstitucionalidade orgânica e material do regime geral das instituições de crédito pelo facto de o RGIC regular matéria relativa a expropriações ou nacionalizações sem autorização legislativa. III. Da eventual violação pela resolução do Banco de Portugal do direito de propriedade tal como protegido pela Constituição pela falta de indeminização. IV. Da não exclusão da inconstitucionalidade da medida com base no direito da União. V. Da violação pela resolução do Banco de Portugal das regras resultantes do direito da União Europeia. VI. Da eventual violação do princípio da igualdade na vertente da proibição do arbítrio. VII. Da eventual violação da protecção conferida pela Convenção Europeia dos Direitos do Homem ao Direito de propriedade dos acionistas e da violação do Direito Internacional Público. VIII. Da eventual violação do princípio da proporcionalidade.
606 _aINSTITUIÇÃO BANCÁRIA
_9329968
606 _aPROPRIEDADE DE BENS
_9101343
606 _aBANCO PRIVADO
_9343170
700 _aFREITAS
_bLourenço Vilhena de
_9261491