000 01854nam a2200265 4500
001 363059
090 _a363059
100 _a20170531u y0pory50 ba
101 _apor
200 _aA valoração do silêncio do arguido na formação da convicção do juiz
_fAntónio Brito Neves
311 _aIn: Liber amicorum : Manuel Simas Santos / coord. André Paulino Piton e Ana Teresa Carneiro. - [Lisboa] : Rei dos Livros, 2016. ISBN 978-989-8823-20-5. p. 205-233.
463 _tIn: Liber amicorum : Manuel Simas Santos / coord. André Paulino Piton e Ana Teresa Carneiro. - [Lisboa] : Rei dos Livros, 2016. ISBN 978-989-8823-20-5. p. 205-233..
330 _aIntrodução. 1. Nota histórico-constitucional sobre a liberdade de declaração, o “nemo tenetur” e o direito ao silêncio do arguido. 2. O silêncio do arguido e o julgador: a livre convicção. 3. Breve resenha jurisprudencial. 3.1. Jurisprudência norte-americana. 3.2. Jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos. 3.3. Jurisprudência portuguesa. 4. A inferência da culpa do arguido a partir do seu silêncio. 4.1. A inferência como raciocínio lógico ou evidente. 4.2. A inferência como participante do senso comum. 5. A crença na culpa do arguido. 5.1. Fundamento e Fundação. 5.2. A ocultação da fundação pelo fundamento: a alucinação. 6. Fundamento, fundação e a inferência da culpa do arguido a partir do silêncio.
606 _aARGUIDO
_9232958
606 _aDIREITO AO SILÊNCIO
_9242402
606 _aDIREITOS DO ARGUIDO
_9234449
606 _aPROVA
_9233195
606 _aCONFISSÃO
_9300643
606 _aPROCESSO PENAL
_9225107
606 _aJURISPRUDÊNCIA
_9231071
700 _aNEVES
_bAntónio Brito
_9299519