| 000 | 01751nam a2200205 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 363024 | ||
| 090 | _a363024 | ||
| 100 | _a20160113u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aEntre a polícia ficcional e a polícia real _bRecurso eletrónico _eos usos do DNA na investigação criminal em Portugal _fHelena Machado, Filipe Santos |
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| 311 | _aIn: Polícia, Segurança e Ordem Pública: perspetivas portuguesas e brasileiras / ed. Susana Durão, Marcio Darck. - Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2012. - ISBN 978-972-671-302-9. - p. 154-166. Ficheiro de 174 KB em formato PDF (14 p.). Resumo inserto na publicação. | ||
| 463 | _tIn: Polícia, Segurança e Ordem Pública: perspetivas portuguesas e brasileiras / ed. Susana Durão, Marcio Darck. - Lisboa: Imprensa de Ciências Sociais, 2012. - ISBN 978-972-671-302-9. - p. 154-166. Ficheiro de 174 KB em formato PDF (14 p.). Resumo inserto na publicação.. | ||
| 330 | _aEste texto analisa um dos maiores desafios colocados às atividades policiais nas sociedades contemporâneas: a incorporação crescente da tecnologia de identificação de indivíduos por perfis de DNA no trabalho da polícia. Invocamos o caso particular de Portugal, para descrever as tensões a que está sujeito o trabalho policial de investigação criminal em contextos que conjugam narrativas laudatórias da ciência e tecnologia com processos sociais de desqualificação, subalternização e burocratização do trabalho de investigação policial. | ||
| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 700 |
_aMACHADO _bHelena _9326154 |
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| 701 |
_aSantos _bFilipe _9324952 |
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