| 000 | 02901nam a2200241 4500 | ||
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| 001 | 362966 | ||
| 090 | _a362966 | ||
| 100 | _a20150202u y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA identificação criminal na perspetiva do vigilante e do vigiado _bRecurso eletrónico _eo uso da impressão digital e do perfil genético _fDiana Miranda |
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| 311 | _aIn: 40 anos de democracias : progressos, contradições e prospetivas / VIII Congresso Português de Sociologia. - Évora : Associação Portuguesa de Sociologia, 2014. p. 1-16. Também disponível em: https://www.aps.pt/viii_congresso/VIII_ACTAS/VIII_COM0089.pdf | ||
| 463 | _tIn: 40 anos de democracias : progressos, contradições e prospetivas / VIII Congresso Português de Sociologia. - Évora : Associação Portuguesa de Sociologia, 2014. p. 1-16. Também disponível em: https://www.aps.pt/viii_congresso/VIII_ACTAS/VIII_COM0089.pdf. | ||
| 330 | _aPretende-se compreender, do ponto de vista sociológico, os significados e as atribuições de sentido em relação à aplicação da biometria nas práticas de identificação criminal construídos pelos responsáveis por estas práticas no decurso da investigação criminal (inspetores da Polícia Judiciária) e pelo principal alvo destas práticas (indivíduos condenados por crime). Recorrendo a uma perspetiva teórico-metodológica do tipo interpretativo e qualitativo, são analisadas as representações sociais dos vigilantes e dos vigiados em relação ao uso de tecnologias biométricas que permitem a averiguação automática da identidade com base em características corporais. Em particular, partindo de um conjunto de entrevistas semiestruturadas, são exploradas as narrativas destes atores a respeito do uso da impressão digital e do perfil genético na identificação criminal, já que são estes os métodos biométricos mais valorizados quer pelos vigilantes quer pelos vigiados. Focando o recurso a vestígios lofoscópicos e à genética, são analisados os procedimentos de recolha de impressão digital e de amostra biológica. Apesar das reações diferenciadas dos indivíduos sujeitos a estes procedimentos, é possível agregar tais reações em situações de consenso, constrangimento e recusa. Estas práticas associam-se a um jogo estratégico e relações de poder em que se lida com dominação, submissão e resistência, suscitando questões éticas, nomeadamente ao nível dos valores democráticos e direitos fundamentais como a integridade, dignidade e liberdade pessoal. | ||
| 606 |
_aIDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS _9343105 |
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| 606 |
_aBIOMETRIA _9327034 |
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| 606 |
_aPOLÍCIA JUDICIÁRIA _9242453 |
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| 606 |
_aPESSOAL DE POLÍCIA _9323001 |
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| 606 |
_aADN _9243660 |
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| 606 |
_aDACTILOSCOPIA _9104133 |
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| 700 |
_aMIRANDA _bDiana _9343106 |
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