| 000 | 019610000a22003250004500 | ||
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| 001 | 341477 | ||
| 090 | _a341477 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _aeng | ||
| 135 | _au | ||
| 200 |
_aTheorising performative violence : adical Islam and beheading in perspective _fAmalendu Misra |
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| 330 | _aO ensaio explora uma das mais decisivas e profundas variantes da violência corporal – a decapitação. Em tempos, comum a todas as culturas, esta forma de punição desapareceu na maioria das sociedades modernas. No entanto, existem algumas sociedades que incentivam a decapitação por motivos religiosos ou culturais. O estudo procura examinar e compreender os propósitos autóctones e os significados culturais do ritual da decapitação. A preocupação central é: porquê decapitar? Muitas vezes é difícil e quase impossível obter uma resposta direta da cultura ou do indivíduo que é o coração deste acto sangrento. Propõe-se uma linha argumentativa que problematiza a decapitação no contexto contemporâneo. Concomitantemente, examinam-se várias perspetivas teóricas e filosóficas que ajudam a enquadrar este fenómeno. De acordo com a avaliação empírica, confinamos a discussão a dois casos contemporâneos bem conhecidos: os casos esporádicos de decapitação por parte dos talibãs no Afeganistão e os métodos de execução pública conduzidos pelos militantes do (autodenominado) Estado Islâmico (EI). | ||
| 461 | _tNação e Defesa. - Nº148 (janeiro-março 2018),p.28-42 | ||
| 606 |
_aVIOLÊNCIA _9234911 |
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| 606 |
_aISLAMISMO _9229036 |
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| 606 |
_aTALIBAN _9330216 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASOS _yAFEGANISTÃO _9401049 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aMisra, Amalendu _9330217 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 932 | _ad | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
| 937 | _a0 | ||
| 938 | _aba | ||