000 023300000a22003610004500
001 341239
090 _a341239
100 _a20220318 pory50
101 _apor
135 _au
200 _aSádico ou não-sádico, eis a questão
_fJosé Martins Barra da Costa
210 _d2013
330 _a"Em primeiro lugar, é óbvia a importância deste conceito em termos de investigação criminal, apenas se podendo falar de sadismo se um comportamento for infligido intencionalmente a uma vítima consciente, com a finalidade de atingir a satisfação sexual. Depois,os actos postmortem (tais como a necrofilia), ou actos cometidos numa vítima inconsciente, não devem ser descritos como sádicos. Finalmente, os sádicos gostam de manter vivas e conscientes as vítimas, tanto tempo quanto possível, a fim de prosseguir a sua satisfação com o sofrimento delas. "
330 _a"Sadismo é a temática que melhor cruza a aliança "crime, sexo e violência". Os nossos argumentos percorrem, primeiro, campos relacionados com as "indefinições" do próprio conceito (o termo sadismo deve ser utilizado quando hà imposição intencional de sofrimento físico ou psicológico, associada a excitação sexual ou gratificação por parte do agressor), seguindo-se uma clarificação sobre a confusão entre sadismo e lustmurder, no pressuposto de que todos os homicídios sádicos podem ser classificados como "homicídios por luxúria", mas nem todos os lustmurder envolvem sadismo. Num segundo momento apresentamos exemplos de casos em que o comportamento do agressor foi rotulado como sádico ou como não-sádico, nem sempre correctamente."
461 _tInvestigação criminal = Revista semestral de investigação criminal, ciências criminais e forenses. - Nº6 (dezembro 2013),p.127-141
606 _aCOMPORTAMENTO SEXUAL
_9322015
606 _aPSICOPATIA
_95166
606 _aAGRESSOR SEXUAL
_9316461
606 _aESTUDO DE CASOS
_9322367
606 _aESTUDO DE OPINIÃO
_9321379
666 _a0
700 _aCosta, José Martins Barra da
_9324386
920 _an
921 _aa
932 _ad
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba