000 024190000a22003730004500
001 341238
090 _a341238
100 _a20220318 pory50
101 _apor
135 _au
200 _aReconhecimento, registo e recolha : a política dos 3r da investigação criminal apartir de uma análise sociológica do contexto português
_fSusana Costa
210 _d2013
330 _a"As polícias são hoje um ator central na investigação criminal, fruto da maior cientificidade que hoje a sua atividade acarreta. Atendendo às particularidades do sistema português que permite que diferentes órgãos de polícia criminal possam proceder aos atos cautelares considerados necessários, analiso de que forma é que o processo de cientifização policial se reflete na investigação criminal em Portugal. Tendo por base os seus saberes e práticas, procuro analisar de que forma é que a introdução da identificação por perfis de DNA no trabalho quotidiano de investigação criminal veio contribuir para a eficácia do seu trabalho. O argumento centra-se na política dos 3 R enunciada por Robertson & Roux (2010)."
330 _a"A cientifização do trabalho policial no contexto português tem sido dificultada por uma intervenção não rigorosa por parte dos OPC de proximidade, tendo como causa primordial as ambiguidades da própria LOIC. Ao permitir a intervenção das policias de proximidade em cena de crime, atendendo à proximidade ao local, mas não a dotando de formação específica e de meios para uma intervenção eficaz, pode acabar por danificar os vestígios e, consequentemente, por conduzir a que a cadeia de custódia não seja preservada de forma adequada."
461 _tInvestigação criminal = Revista semestral de investigação criminal, ciências criminais e forenses. - Nº6 (dezembro 2013),p.93-121
606 _aINVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
_9234557
606 _aADN
_9243660
606 _aRECOLHA DA PROVA
_9322094
606 _aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL
_9229431
606 _aVESTÍGIOS BIOLÓGICOS
_9320686
606 _aLOCAL DO CRIME
_yPORTUGAL
_935217
666 _a0
700 _aCosta
_bSusana
_9324953
920 _an
921 _aa
932 _ad
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba