| 000 | 017350000a22003370004500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 341234 | ||
| 090 | _a341234 | ||
| 100 | _a20220318 pory50 | ||
| 101 | _apor | ||
| 135 | _au | ||
| 200 |
_aRecolha de amostras do adn para fins de investigação criminal : suspeito _fManuel Gonçalves |
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| 210 | _d2013 | ||
| 330 | _aVerifica-se assim, que a actividade dos elementos policiais se encontra devidamente regulamentada no Código de Processo Penal, no que concerne à notícia do crime, à preservação dos vestígios que se encontrem no local onde o mesmo ocorreu e à identificação das pessoas que presenciaram a ocorrência dos factos e podem contribuir para a descoberta da verdade material. Coloca-se, contudo, a questão de saber qual o procedimento a adoptar no caso de não existir flagrante delito, mas em que existem no local vestígios que possibilitem uma ulterior identificação do ou dos autores dos factos, como ocorre com impressões dactiliscópicas, sangue,...e, haja suspeitos de autoria desses mesmos factos, de modo a que a actuação policial se paute pela legalidade de, modo a não acarretar a nulidade da prova- contaminação da prova. | ||
| 461 | _tRevista do Ministério Público. - Ano34, nº136 (out. - dez. 2013),p.199-222 | ||
| 606 |
_aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL _9229431 |
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| 606 |
_aRECOLHA DA PROVA _9322094 |
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| 606 |
_aCÓDIGO DE PROCESSO PENAL _95481 |
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| 606 |
_aADN _yPORTUGAL _9400450 |
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| 666 | _a0 | ||
| 700 |
_aGonçalves, Manuel _9326447 |
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| 920 | _an | ||
| 921 | _aa | ||
| 932 | _ad | ||
| 935 | _ak | ||
| 936 | _ay | ||
| 937 | _a0 | ||
| 938 | _aba | ||