000 019350000a22003010004500
001 341091
090 _a341091
100 _a20220318 pory50
101 _apor
200 _aExiste uma personalidade dos criminosos de colarinho branco?
_fInês Sousa Guedes, co-aut.José Cruz
210 _d2011
330 _aNo seguimento dos trabalhos efectuados por Sutherland nos anos 40 sobre o crime de colarinho branco, as abordagens individuais nessa área têm sido postas de parte, destacando-se as teorias dominantes do foro organizacional. A partir dos anos 90, os estudos que procuram estudar a relação entre traços de personalidade e o cometimento de crimes de colarinho branco Têm vindo a aumentar, produzindo-se resultados mistos. Por um lado, um conjunto de investigações conclui pela existência de traços distintos entre criminosos e não criminosos, todavia, outros estudos divergem totalmente dos anteriores. Este artigo tem como objectivo efectuar uma revisão da literatura sobre este tema, procurando-se responder à questão da importância da personalidade enquanto variável explicativa do crime de colarinho branco. Discutir-se-á, de igual modo, as implicações dos estudos anteriores, mais concretamente no que toca à utilização de testes de personalidade para aferir a probabilidade de cometimento de crimes aquando da contratação de empregados para empresas.
461 _tOusar Integrar : revista de reinserção social e prova. - Ano4,nº10 (setembro 2011),p.47-60
606 _aCRIME DE COLARINHO BRANCO
_9320818
606 _aPERFIL PSICOLÓGICO
_9320881
606 _aPSICOLOGIA CRIMINAL
_9225033
700 _aGuedes, Inês Sousa
_9327418
701 _aCruz
_bJosé
_9328348
920 _an
921 _aa
935 _ak
936 _ay
937 _a0
938 _aba